sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Na chuva

Esperando a chuva passar, a carona chegar... Que nada!
Não estava esperando, não gosto de esperar, gosto de agir e assim faço.
Quem espera, fica parado. Quem age, se move para algo, com algo e etc.
A chuva lhe dizia boa noite a cada pingo de água que caia sobre seus ombros, você reclamava fazendo graça, dizendo que chegaria encharcado em casa e que nada disso importava.
Eu sei, a única coisa importante estava diante dos seus olhos.
Me tirando o fôlego, persuadindo me docemente, após dar dois beijos em meu pescoço, o terceiro transformou-se em uma mordida, foi um susto.. Logo, aquela dorzinha que ficou comigo por dias, para me lembrar mais ainda de você, como se precisasse.
Porque tão doce? Porque tão bom?
Não, não... Você não devia ter deixado eu partir, até você confirmou isso!
Não lhe peço que fique a vida inteira comigo, só quero estar com você agora, tocar seus cabelos, deitar no seu colo, enquanto você me embala com seus braços, vendo seu adorável sorriso completando o meu, ou seria ele seu?

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